Brasil abrindo os olhos para a tecnologia Ethereum

O Brasil pode não estar ignorando as soluções que a tecnologia das moedas digitais podem trazer. Graças à iniciativa de um designer, um programador e um modesto assessor político, está sendo desenvolvido um projeto para usar a tecnologia da Ethereum para funções públicas.

Em vez de circular, assinar e verificar petições à mão, os chefes do projeto, Ricardo Fernandes Paixão e Everton Fraga, querem executar todo o processo através do sistema Ethereum. Armazenando assinaturas e registros dessas assinaturas no bloqueio do protocolo.

 

 

 

Brasil e Ethereum

Para alcançar a visão de Paixão e Fraga, o congresso brasileiro está desenvolvendo um aplicativo para dispositivos móveis. Depois de se registrarem no aplicativo, os cidadãos podem assinar ou criar suas próprias petições usando o Blockchain Ethereum.

As assinaturas individuais serão criptografadas. Ao final do dia, esses hashes serão enviados como uma única transação para a rede Ethereum. As assinaturas seriam enviadas em uma transação.

 

 

Uma vez que uma transação é adicionada à cadeia de blocos, os signatários podem revisar seus hashes individuais no bloco. “Qualquer um pode auditar o sistema”, descreveu Paixão, o conselheiro legislativo do Congresso. “Cada dia, você pode provar da prova criptográfica de que uma certa assinatura já está lá”.

 

Conclusão

O projeto, que está em desenvolvimento desde 2017, ainda aguarda aprovação no Congresso. Se fosse bem sucedido, o desenvolvimento “seria uma celebração da democracia”, de acordo com Fraga, designer e desenvolvedor liderando o projeto com o Paixão. “Com este projeto, estamos fazendo o que a constituição diz, mas na prática, isso não aconteceu”.

Se o Brasil implementar Ethereum em seu projeto eleitoral, seríamos o primeiro governo a usar a tecnologia blockchain para funções públicas. Enquanto isso, a Suécia procurou bloquear a cadeia para resolver problemas no setor privado, como registro de terras e escrituras de títulos.

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